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Na vida existem certas convivências
Que talvez para nós sejam uma missão Ficamos influenciados pelas aparências Ou somos confundidos pela incompreensão Será falta de paciência? Ou será alguma ingratidão? Será que estamos falhando Na nossa nobre missão? Necessário é desenvolver a consciência Para discernir o doente, do são Doente confunde-se com a inconsequência E a sanidade funde-se à emoção Ser anjo é símbolo de inocência Ser demônio só causa decepção O anjo esconde a demência O demônio deixa transbordar a agressão Ah! anjo, que linda a sua essência! Oh! demônio, você confunde o nosso coração Se enquanto anjo estimula a benevolência Enquanto demônio faz aumentar a nossa depressão Ser prestativo faz do anjo a nossa previdência A desigualdade do demônio provoca nossa frustração O anjo para nós é uma clemência O demônio é uma maldição E um conflito se instala na nossa consciência Na nossa cabeça faz uma imensa confusão Ora um anjo com a sua benevolência Ora um demônio sem nenhuma moderação E o que fazemos nessa existência? Será que estamos falhando na nossa nobre missão? Aceitamos o anjo com toda a paciência, Ou ajudamos o demônio na sua evolução?
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